terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Viagem - *


Ás vezes sinto-me na vontade de pegar um trem. Ir pra bem longe, longe de tudo e todos, longe de todo o sofrimento, de toda a falsidade e hipocrisia que há nesse lugar. Quero um lugar onde as pessoas amem umas as outras, um lugar sem preconceito, onde podemos fazer o que queremos sem nos preocuparmos com o que a sociedade irá pensar. Porque é isso o que o mundo se tornou atualmente; pessoas deixam de fazer o que gostam por medo do que os outros irão pensar. Sempre tive o conceito que: “se te faz bem, faça. Independente do que as pessoas pensem”. Já diria Lulu Santos: “ Deixe que digam, que pensem,que falem.” As pessoas lá fora não pagam suas contas, não te sustentam, e quando você acha que se importam com você, tudo o que elas querem é saber um pouco mais da sua vida, dos seus erros, pra saírem espalhando por aí.  O mundo hoje em dia anda muito egoísta, as pessoas só se preocupam com elas mesmas, só querem o que as favorecem, apenas os que as fazem bem financeiramente. E onde fica o sentimento? Onde está a felicidade? Elas escondem. Escondem, porque nesse tempo inútil, as pessoas ligam mais pro dinheiro do que pros seus próprios sentimentos.
Eu espero que um dia esse tipo de gente perceba, que o mundo pode ser diferente, só depende delas mesmas. Que elas encontrem a felicidade e todo o sentimento que está escondido; as vezes até apagado dentro delas mesmas. Um pequeno grande detalhe é que elas façam o que as façam bem, independente de tudo. Por isso eu repito, quero ir pra um lugar onde eu possa ler tranquila, onde possa ouvir as minhas músicas sem ninguém recriminando o estilo eclético. Onde eu possa ver o que quiser, falar o que quiser e agir como bem entender. E que haja tudo isso, junto, no mesmo local. Um lugar lindo, e nosso.

Liberdade ~*



Sabe quando tudo parece estar confuso? Quando muitas vezes você não sabe qual caminho seguir, que decisão tomar e resolve jogar tudo pro alto e decidir isso sozinha. Sem precisar de amigos, família, namorado, ou algo do tipo; você quer apenas um tempo pra si mesmo, pra rever os conceitos e fazer o que tem vontade.
pois foi isso que fiz, joguei tudo pro alto, e pensei: “se não está me fazendo feliz, porra, pra quê vou continuar então? Tenho que pensar mais em mim e menos nos outros.” E foi isso o que fiz. Acabei com tudo o que me fazia mal naquele momento, com tudo o que prendia meu riso, que afetava minha felicidade, com tudo o que um dia ousou me causar algum tipo de dor. E olhe só, era exatamente disso o que eu precisava. Sinto-me bem, me sinto leve, me sinto como se não devesse nada pra ninguém, aliás, não devo mesmo! Fazer o que te faz bem, apenas o que te faz feliz livra a alma cara, livra tua consciência.
E prometi pra mim mesma que a partir de agora ia ser assim: NÃO IA DEPENDER DE NINGUÉM PRA SER FELIZ!
Até porque, já diria um grande autor: “A felicidade está nos olhos de a quem vê”.
Vamos ser felizes porque é o que importa!

Mágoas, apenas mágoas.


“Ás vezes eu acho até engraçado como a gente evita magoar as pessoas, nós abrimos mão de tantas coisas para não ferir ninguém, mas nós nunca pensamos se elas retribuem. Algumas pessoas acham que podem brincar com os nossos sentimentos, com os os nossos sonhos, com os nossos pensamentos. Acorda! As pessoas não são doces, que você toma fácil de criança ou compra em qualquer loja. As pessoas tem um recheio, mas é um recheio de sentimento, de emoções, de caráter, de personalidade. Mas o recheio de algumas parecem até que é amargo, sem gosto, sem doce. Outras parecem até não ter recheio algum.”