sábado, 14 de janeiro de 2012

Quem de nós terá coragem?*


Não se entregue. Negue, diga que não me deseja que não me ama. Desvie o olhar quando eu te olhar nos olhos, retire o braço quando eu tentar te tocar. Quando eu sorrio, vejo todo o seu corpo me admirar. Eu percebo como você fica vermelho quando eu começo a brincar com você, encontro o desespero estampado no seu rosto, pedindo para eu ficar. E esse jogo só faz com que eu passe a te
amar- mais. Respondendo ao meu impulso, fecho os olhos e imagino que estou correndo para os seus braços, talvez você aceitasse o meu abraço e retribuiria com um beijo; e mesmo que todo o anseio diga para ir em frente, me retraio. Um arrepio percorre meu corpo enquanto você levanta meu rosto com a ponta dos dedos, e olhando nos meus olhos , pergunta o que estou pensando. Sorrio, dizendo um nada que mais quer dizer tudo, e me pergunto se será agora que você vai se declarar.

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